Revista da ESDM //revista.esdm.com.br/index.php/esdm <p><strong>NORMAS EDITORIAS</strong></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong><u>DO PERÍODO DE SUBMISSÃO DOS TRABALHOS</u></strong></p> <p>Edital de fluxo contínuo, devendo ser apresentados conforme as normas abaixo.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong><u>NORMAS PARA ENVIO DE ARTIGOS E ENSAIOS</u></strong></p> <p>Artigos e ensaios inéditos, escritos em português, espanhol, inglês ou italiano devem ser encaminhados ao <em>e-mail</em>: <a href="mailto:[email protected]">[email protected]</a>. O autor ou pelo menos um dos coautores devem possuir, no mínimo, o titulo de mestre. O autor deverá informar à Revista se possui financiamento ou se recebe benefícios de fontes comerciais ou não, bem como a existência de qualquer outro vínculo que possa gerar conflito de interesse em relação ao trabalho apresentado.</p> <p>Os artigos e ensaios não poderão ultrapassar <strong>30 laudas</strong>. Devem ser redigidos conforme os padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), no que não estiver normatizado, especificamente, abaixo. Textos mais extensos do que o padrão serão publicados a critério da direção da Revista.</p> <p>Os artigos deverão ser encaminhados para a redação contendo título, sumário, resumo e palavras-chave, com as seguintes características:</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>Formatação</strong></p> <p>- Folha: A4</p> <p>- Editor de texto: <em>Word for Windows</em> 6.0 ou posterior</p> <p>- Margens: esquerda, direita, superior e inferior de 2 cm</p> <p>- Fonte: <em>Times New Roman</em>, tamanho 12</p> <p>- Parágrafo: espaçamento anterior: 0 ponto; posterior: 12 pontos; entrelinhas: duplo; alinhamento à esquerda.</p> <p><strong>Texto</strong></p> <p>A primeira página do artigo deve conter:</p> <p>&nbsp;- Título com, no máximo, oito palavras, em maiúsculas e negrito (português e inglês);</p> <p>- Resumo em português (ou espanhol), com cerca de 150 palavras, alinhamento à esquerda, contendo campo de estudo, objetivo, método, resultado e conclusão;</p> <p>- Cinco palavras-chave, alinhamento à esquerda, em português;</p> <p>- Resumo em inglês, com cerca de 150 palavras, alinhamento à esquerda, contendo campo de estudo, objetivo, método, resultado e conclusões;</p> <p>- Cinco palavras-chave, alinhamento à esquerda, em inglês;</p> <p>- Em seguida, deve ser iniciado o texto do artigo.</p> <p>Referências devem ser citadas no corpo do texto, com indicação do sobrenome, ano e página de publicação (sistema autor-data).</p> <p>As referências bibliográficas completas deverão ser apresentadas em ordem alfabética no final do texto, de acordo com as normas da ABNT (NBR-6023).</p> <p>Notas devem ser reduzidas ao mínimo necessário e apresentadas ao final do texto, numeradas sequencialmente, antes das referências bibliográficas.</p> <p>Diagramas, quadros e tabelas devem apresentar título e fonte e serem colocados ao final do texto, após as referências. A sua posição deve ser indicada no próprio texto, constando referência a eles no corpo do artigo. Deve-se evitar a repetição de informações contidas no texto.</p> <p><strong>Informações complementares</strong></p> <p>No mesmo arquivo, o autor deverá enviar:</p> <p>Página 1: Título do artigo, seguido da identificação do(s) autor(es) - nome completo, instituição à qual está ligado, cargo, endereço para correspondência, telefone, fax e e-mail. Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva do(s) autor(es).</p> <p>Os direitos, inclusive os de tradução, são reservados. A remessa do texto pelo autor implica sobre este a cessão dos direitos autorais à Revista da ESDM. Permitem-se cópias para fins de pesquisa pessoal ou uso acadêmico. A reprodução total dos artigos, resenhas e ensaios em outra publicação é proibida. É permitido citar partes dos textos sem solicitação prévia, desde que identificada sua fonte.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>ANEXO 1 - AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO</strong></p> <p>A autorização que segue deverá ser enviada ao <em>e-mail</em> <a href="mailto:[email protected]">[email protected]</a> juntamente com o arquivo do texto a ser submetido.</p> <p>Quando o artigo possuir dois ou mais autores, deverão ser enviadas autorizações individuais, com os respectivos dados.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO</strong></p> <p>NOME COMPLETO, brasileiro, solteiro, portador da Cédula de Identidade n.º_______________, SSP/RS, CPF n.º _______________, profissão, residente na ____________________________, n.º ________, bairro, cidade, Estado, CEP, vem, por meio desta, AUTORIZAR a ESDM - Fundação Escola Superior de Direito Municipal, CNPJ 01.982.238/0001-22, situada na Rua Siqueira Campos, 1184, 9.º andar, Centro Histórico, CEP 90.010-001, Porto Alegre, RS, responsável pela edição do periódico da REVISTA DA ESDM, ISSN n.º _________________, a publicar a obra “_____________________________________________________________________________________________________________”, de minha autoria, da qual dispenso qualquer tipo de remuneração ou contraprestação econômica pela divulgação do referido trabalho.</p> <p>Declaro, para os devidos fins, assumindo plena responsabilidade pela afirmação, que sou o autor do artigo. Declaro, ainda, que o artigo é INÉDITO no Brasil e sua publicação não se encontra pendente em outro local. Declaro, também, estar ciente de que o referido artigo permanecerá licenciado com EXCLUSIVIDADE para a REVISTA DA ESDM, pelo prazo de seis meses a contar da publicação efetiva da Revista.</p> <p>&nbsp;</p> <p>_________________________,____de________________ de 20_____.</p> <p>&nbsp;</p> Fundação Escola Superior de Direito Municipal (ESDM) pt-BR Revista da ESDM 2447-3413 <p>Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva do(s) autor(es).</p> <p>Os direitos, inclusive os de tradução, são reservados. A remessa do texto pelo autor implica sobre este a cessão dos direitos autorais à Revista da ESDM. Permitem-se cópias para fins de pesquisa pessoal ou uso acadêmico. A reprodução total dos artigos, resenhas e ensaios em outra publicação é proibida. É permitido citar partes dos textos sem solicitação prévia, desde que identificada sua fonte.</p> <p>&nbsp;O artigo permanecerá licenciado com EXCLUSIVIDADE para a REVISTA DA ESDM, pelo prazo de seis meses a contar da publicação efetiva da Revista.</p> EDIÇÃO COMPLETA 2026 - v. 12, n. 23 //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/294 <p>Edição Completa 2026 - v. 12, n. 23.</p> Cristiane Catarina Fagundes de Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 1 89 10.29282/esdm.v12i23.294 Sumário e Apresentação //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/293 <p>Sumário e Apresentação.</p> Cristiane Catarina Fagundes de Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 4 6 O futuro do direito como luta contra a idolatria tecnológica //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/285 <p>O principal desafio que o Direito enfrentará no futuro é a defesa do ser humano contra o poder desenfreado da tecnologia em diversos campos: a ecologia, diante do surgimento de uma nova era geológica – o Antropoceno; as finanças, no que tange à especulação e à fraude fiscal; o biodireito, quanto aos riscos transumanistas; e o direito à privacidade e à não-manipulação frente às GAF (Google, Amazon, Facebook).</p> Jesús Ballesteros ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 7 19 10.29282/esdm.v12i23.285 Ontologia e historicidade: reconstrução do método na teoria do Estado //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/289 <p>O artigo tem por objeto o problema do método na Teoria do Estado, questionando quais fundamentos metodológicos permitem apreender a historicidade do conceito de Estado. Objetiva-se reconstruir esse método a partir da ontologia de Heller (1968) e identificar seus limites explicativos diante das conformações históricas do Estado no capitalismo. Utilizou-se o método de procedimento analítico, a abordagem dialética e a técnica de pesquisa bibliográfica. Conclui-se que, embora necessária, a ontologia opera em elevado nível de abstração, exigindo complementação por uma perspectiva histórico-relacional capaz de explicitar as mediações concretas entre Estado e capitalismo.</p> Luís Guilherme Nascimento de Araújo Clovis Gorczevski ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 20 28 10.29282/esdm.v12i23.289 Cidades acolhedoras: refúgio e dever de acolher //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/291 <p>Este artigo examina o direito de asilo e o dever de acolher como fundamentos jurídicos, filosóficos e teológicos da proteção internacional às pessoas refugiadas, com foco no papel dos municípios brasileiros na sua efetivação. O campo de estudo é o direito internacional dos refugiados e a política migratória de âmbito local. Objetiva-se demonstrar que a integração local, solução duradoura mais frequente no Brasil, depende primordialmente da capacidade institucional municipal. Por meio de pesquisa bibliográfica e documental, complementada por estudo de caso sobre Porto Alegre, analisam-se o marco normativo internacional e brasileiro, os fundamentos filosóficos e teológicos do acolhimento e boas práticas municipais. Os resultados mostram que, apesar de estruturas como o Centro de Referência aos Imigrantes e a Lei Municipal nº 13.527/2023, persistem fragilidades de financiamento e vulnerabilidade documental, evidenciadas pelas enchentes de 2024. Conclui-se que o direito de asilo só se efetiva quando sustentado por políticas municipais permanentes e financiadas.</p> Alessandra Monteiro Machado Cristiane Catarina Fagundes de Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 29 40 10.29282/esdm.v12i23.291 Rio Guaíba e direito ambiental municipal: desafios jurídicos para a proteção de um patrimônio ambiental urbano //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/292 <p>O Rio Guaíba constitui elemento ambiental, paisagístico, cultural e socioeconômico fundamental para Porto Alegre e para a Região Metropolitana. Sua relevância ultrapassa a dimensão territorial, projetando-se sobre a qualidade de vida da população, a biodiversidade, a segurança hídrica e a própria organização do espaço urbano. Nesse contexto, a proteção do Guaíba demanda atuação integrada dos diferentes entes federativos, especialmente do Município, cuja competência constitucional para promover o ordenamento territorial, proteger o meio ambiente e combater a poluição assume particular relevância no espaço urbano. O presente artigo analisa os principais desafios jurídicos relacionados à proteção ambiental do Guaíba sob a perspectiva do Direito Ambiental Municipal, considerando os princípios da prevenção, da precaução, do desenvolvimento sustentável e da participação social. Examina-se, ainda, a necessidade de integração entre planejamento urbano, política ambiental, gestão de recursos hídricos e políticas de adaptação às mudanças climáticas. Sustenta-se que a proteção do Guaíba não pode ser compreendida apenas como política de preservação de um corpo hídrico, mas como componente estruturante de uma política municipal de sustentabilidade, resiliência climática e proteção do direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.</p> Mariângela Guerreiro Milhoranza Jéssica Dias da Luz ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 41 49 10.29282/esdm.v12i23.292 Autonomia pessoal em cuidados de saúde: avanços e retrocessos //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/287 <p>O estudo situa-se no campo da autonomia pessoal aplicada aos cuidados de saúde e de sua relação com a proteção jurídica da pessoa. Objetiva analisar, em perspectiva histórica, a construção do reconhecimento da autonomia e os limites impostos à interferência médica nas escolhas terapêuticas. Adota-se método histórico e bibliográfico-documental, mediante o exame de marcos jurídicos, políticos e bioéticos relacionados à tutela da pessoa, desde antecedentes remotos até documentos internacionais contemporâneos. A análise evidencia que o reconhecimento da autonomia não decorreu de processo linear, mas foi marcado por avanços e retrocessos, incluindo graves episódios de instrumentalização humana que impulsionaram a formulação de limites éticos e jurídicos à atuação médica e científica. Conclui-se que a progressiva afirmação da dignidade, da liberdade, do consentimento e da proteção das pessoas vulneráveis contribuiu para o reconhecimento da pessoa como sujeito das decisões relativas à própria saúde e para a superação de concepções predominantemente paternalistas.</p> Patrícia Fernandes Fraga ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 50 63 10.29282/esdm.v12i23.287 Consumidor digital como sujeito relacional //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/288 <p>O artigo propõe uma releitura do Código de Defesa do Consumidor a partir das transformações estruturais impostas pelo mercado de plataformas e pela progressiva automação das relações de consumo. Sustenta-se que a vulnerabilidade do consumidor, nesse contexto, não se limita à tradicional assimetria informacional, porquanto assume natureza estrutural, decorrente da opacidade algorítmica, da centralidade dos dados pessoais e das arquiteturas de indução decisória. A partir dessa premissa, defende-se a superação da concepção individualista do consumidor, propondo sua compreensão como sujeito relacional, inserido em vínculos familiares, afetivos e patrimoniais diretamente impactados pelas práticas do consumo mediado por plataformas. O estudo examina, nesse horizonte, as intersecções entre o Direito do Consumidor, o Direito das Famílias e o Direito das Sucessões, com especial atenção à proteção de sujeitos vulneráveis, à repercussão do consumo sobre a autonomia privada familiar e à emergência de novos desafios patrimoniais e sucessórios, em homenagem aos trinta e cinco anos do Código de Defesa do Consumidor e à contribuição do Ministro Paulo de Tarso Sanseverino. Utiliza-se os métodos dedutivo e bibliográfico.</p> Amanda Hansen Klauck ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 64 75 10.29282/esdm.v12i23.288 Securitização municipal e responsabilidade por inconstitucionalidade superveniente //revista.esdm.com.br/index.php/esdm/article/view/284 <p>A Lei Complementar nº 208 de 2024 autorizou a cessão onerosa, a entes privados, dos direitos creditórios originados de créditos tributários e não tributários da Federação. Nos incisos IV e V do parágrafo 1º do art. 39-A da Lei nº 4.320 de 1964, o legislador definiu o que se cede: apenas o produto financeiro da arrecadação, conservando o ente a titularidade do crédito e as prerrogativas fazendárias. Assentada essa premissa, o artigo enfrenta problema ainda não tratado de modo sistemático: o inciso IV qualifica a cessão como definitiva e isenta o cedente de responsabilidade, mas a boa-fé objetiva e o regime de responsabilidade do Estado não se deixam afastar por qualificação legislativa. Indaga-se como responde o município quando o crédito cedido é extinto por inconstitucionalidade superveniente do tributo. Pelo método dogmático-jurídico, e por analogia com a modulação de efeitos do art. 27 da Lei nº 9.868 de 1999, sustenta-se, <em>de lege lata</em>, um critério de previsibilidade do vício como chave de repartição do risco entre cedente e cessionário.</p> Gustavo Assed Ferreira João Vinícius de Souza Ferreira ##submission.copyrightStatement## 2026-09-01 2026-09-01 12 23 76 88 10.29282/esdm.v12i23.284